Vamos falar e escrever Português com menos erros?

Por acreditar na força da internet, que pode ajudar aqueles que procuram ajuda, que querem ser ajudados, resolvi dedicar página deste site/blog a um propósito dentro da área da educação, embora não seja professor, mas alguém com larga experiência na lida com as palavras, redação, produção de textos.

 Ao longo desses últimos anos, não é preciso ser um estudioso, nem tão bom observador, para concluir que o bicho-papão em todos os concursos, vestibulares e ENEMs da vida é a redação.

Não sei dizer onde está a falha responsável por essa calamidade. Apenas sei que isso precisa ser corrigido, sem mais demora, pois é uma vergonha que sejamos os maiores disseminadores da língua, no mundo, e o façamos de forma a destruí-la.

Sabe-se que entre as pessoas com dificuldades, no trato com a língua, muitas estão conscientes disso, querem superar e estão à procura de socorro. É para essas pessoas que se oferecem, aqui, algumas dicas, que julgamos pertinentes.

 Não se trata de um curso, mas uma colaboração, que deve se somar aos esforços de quem deseja obter melhoras no uso do idioma.

Contudo, é bom fazer uma prévia advertência: ninguém consegue escrever, se não lê. Há três exigências: primeira, há que ler; segunda, há que gostar de ler; terceira, há que ler sempre! Se você quer ser ajudado em suas dificuldades com o idioma pátrio, dedique-se mais à leitura; mas não somente leitura de palavras, mas do sentido, do conteúdo do texto.

Também não se espere que, com o conteúdo aqui a se apresentar, alguém se torne um clone do Machado de Assis. Se se aprender a escrever com o mínimo de erros graves e de forma inteligível, estará bom demais.

Universo lusófono

Do universo lusófono (falantes do Português), composto por cerca de 280 milhões de pessoas, os brasileiros representam mais de 70 por cento. Veja o quadro de países falantes do Português. Os dados estão um pouco desatualizados, porém dão uma noção do que cada país representa dentro da comunidade. Em números, o Brasil é líder inquestionável, mas no uso do idioma como está em relação aos demais países, excluindo-se Portugal, a pátria-mãe da língua?

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