Pau na moleira… do terrorismo

Fato acontecido em  obra da mineradora Vale, em Itabirito, no último dia de maio dá o que pensar, enquanto cresce a indignação ante a brutalidade contra o rapaz trabalhador, agredido a pedradas, de tal forma, que foi levado para o Hospital João XXXIII, em Belo Horizonte. Segundo relato do site Radar Geral, o rapaz, de nome Daniel, 20 anos, empregado do Consórcio Minas Mais, trabalhava como controlador do fluxo de trânsito, no local em que se constrói um muro de contenção. Em determinado momento, de dois carros pretos que passavam, foram lançadas pedras que atingiram e feriram, gravemente, o trabalhador. A princípio, Daniel foi socorrido por equipe médica da UPA de Itabirito, que acabou por encaminhá-lo, de helicóptero,  ao Hospital João XXIII, devido à gravidade do seu estado. Ainda de acordo com o Radar Geral, a vítima teve fraturas múltiplas no tórax, lado  esquerdo, contusão pulmonar com hemotórax (laceração do pulmão) e pneumotórax (abertura pérvia na parede do tórax). Enquanto Daniel sofre e luta para se recuperar – e esperamos que se recupere – tentamos entender o porquê de tal brutalidade. Além da pura crueldade contra um trabalhador  em plena atividade, há  cheiro de algo podre perpetrado por mentes, que não se importam com vidas alheias, quando se trata de defender ideias e objetivos políticos. Pessoas simples pensam ser ato de malsatisfeitos com a construção em curso, mas ele tem características de terrorismo. Há um movimento hostil contra mineradoras na região e a agressão sofrida pela Daniel pode ser uma espécie de “recado” a elas. Que pensamentos e ideais sejam discutidos e defendidos, de peito aberto, de forma leal, mas nunca sob a força bruta, especialmente quando aplicada a inocentes. .

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