Rinoplastia e Septoplastia: Dr. Edson Freitas explica quando há indicações para cada procedimento

O especialista afirma que é possível fazer correção estética e melhorar a funcionalidade do nariz em um mesmo procedimento, mas garante que todos os casos devem ser analisados individualmente para realizar a intervenção mais indicada para cada pessoa

Apesar de muito associadas à estética, as cirurgias plásticas não são apenas para correção ou melhorias no visual. Em muitos casos, as intervenções, sobretudo no nariz, podem garantir melhor funcionamento do sistema respiratório e aumentar a qualidade de vida do paciente. O otorrinolaringologista Dr. Edson Freitas explica que existem diferentes procedimentos para o nariz, e que, apesar de a rinoplastia estar ligada apenas ao remodelamento nasal, é possível fazer durante esse procedimento a correção de um desvio de septo, por exemplo, a chamada septoplastia, e melhorar a capacidade de entrada e saída de ar pelas vias nasais, além de corrigir outros problemas, como rinite, ronco e fadiga.

“O septo é composto por osso e cartilagem e é ele que separa uma narina da outra. Nem sempre o desvio de septo é perceptível do lado externo, mas em alguns casos, o nariz é notoriamente torto e a septoplastia, além de alinhar ao padrão do rosto, libera a narina que estiver obstruída”, explica. “O desvio do septo também pode provocar rinite, ronco, ressecamento na garganta, já que a pessoa respira mais pela boca do que pelo nariz, além de causar fadiga. Todas essas questões podem ser normalizadas pela cirurgia”, completa.

Ainda segundo o especialista, a rinoplastia já é indicada para mudanças visuais na face, como alteração no tamanho, formato e harmonia com o restante do rosto. “O nariz é um dos pontos mais vistos da face. Ele está no centro. Quando uma pessoa não gosta do formato que ele tem, pode ser que isso se torne um grande problema, inclusive para autoestima, e confiança em si mesmo. Nesses casos, o indicado é uma correção estética”, garante. 

Sobre o Dr. Edson Freitas 

Doutor Edson Freitas é médico otorrinolaringologista pela Universidade de São Paulo, atua como professor instrutor de rinoplastia no departamento de Otorrino da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e é membro da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica Facial.

Além da especialização na Universidade de São Paulo, também tem passagem por Cambridge, onde teve oportunidade de aprender diretamente com os principais cirurgiões plásticos faciais da mais prestigiada universidade dos Estados Unidos, a Harvard Medical School.

Referência na cirurgia plástica no nariz, o médico é pioneiro em impressão 3D médica e simulação computadorizada cirúrgica, assim como tem seus trabalhos premiados, com destaque nacional e internacional. É autor de três projetos médicos patenteados (M-scope, Otobone e Ed-angle). (Veja mais aqui).

FONTE: MF Press Global

Consultoria, comunicação, assessoria de imprensa e artística

Consultoria, comunicación, asesoria de prensa y artístico

Consulting, communication, press and artistic consultancy

www.pressmf.global – [email protected] 

O especialista afirma que é possível fazer correção estética e melhorar a funcionalidade do nariz em um mesmo procedimento, mas garante que todos os casos devem ser analisados individualmente para realizar a intervenção mais indicada para cada pessoa

Apesar de muito associadas à estética, as cirurgias plásticas não são apenas para correção ou melhorias no visual. Em muitos casos, as intervenções, sobretudo no nariz, podem garantir melhor funcionamento do sistema respiratório e aumentar a qualidade de vida do paciente. O otorrinolaringologista Dr. Edson Freitas explica que existem diferentes procedimentos para o nariz, e que, apesar de a rinoplastia estar ligada apenas ao remodelamento nasal, é possível fazer durante esse procedimento a correção de um desvio de septo, por exemplo, a chamada septoplastia, e melhorar a capacidade de entrada e saída de ar pelas vias nasais, além de corrigir outros problemas, como rinite, ronco e fadiga.

“O septo é composto por osso e cartilagem e é ele que separa uma narina da outra. Nem sempre o desvio de septo é perceptível do lado externo, mas em alguns casos, o nariz é notoriamente torto e a septoplastia, além de alinhar ao padrão do rosto, libera a narina que estiver obstruída”, explica. “O desvio do septo também pode provocar rinite, ronco, ressecamento na garganta, já que a pessoa respira mais pela boca do que pelo nariz, além de causar fadiga. Todas essas questões podem ser normalizadas pela cirurgia”, completa.

Ainda segundo o especialista, a rinoplastia já é indicada para mudanças visuais na face, como alteração no tamanho, formato e harmonia com o restante do rosto. “O nariz é um dos pontos mais vistos da face. Ele está no centro. Quando uma pessoa não gosta do formato que ele tem, pode ser que isso se torne um grande problema, inclusive para autoestima, e confiança em si mesmo. Nesses casos, o indicado é uma correção estética”, garante. 

Sobre o Dr. Edson Freitas 

Doutor Edson Freitas é médico otorrinolaringologista pela Universidade de São Paulo, atua como professor instrutor de rinoplastia no departamento de Otorrino da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e é membro da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica Facial.

Além da especialização na Universidade de São Paulo, também tem passagem por Cambridge, onde teve oportunidade de aprender diretamente com os principais cirurgiões plásticos faciais da mais prestigiada universidade dos Estados Unidos, a Harvard Medical School.

Referência na cirurgia plástica no nariz, o médico é pioneiro em impressão 3D médica e simulação computadorizada cirúrgica, assim como tem seus trabalhos premiados, com destaque nacional e internacional. É autor de três projetos médicos patenteados (M-scope, Otobone e Ed-angle). (Veja mais aqui).

FONTE: MF Press Global

Consultoria, comunicação, assessoria de imprensa e artística

Consultoria, comunicación, asesoria de prensa y artístico

Consulting, communication, press and artistic consultancy

www.pressmf.global – [email protected] 

Please follow and like us:
Esta entrada foi publicada em Informe científico. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *