Aclamados no Real Madrid, Vinícius Jr. e Rodrygo são exemplos do sucesso do trabalho mental em jovens promessas do futebol

O preparador mental de jogadores de futebol, Lincoln Nunes, explica como a mentalidade muda a performance das joias da base desde cedo.

Depois da fase espetacular de Cristiano Ronaldo no Real Madrid, o time merengue passou por uma reformulação em seu elenco e hoje conta com o destaque de dois jovens brasileiros dentre seus principais nomes: Vinícius Jr. E Rodrygo. Se aqui no Brasil eles sempre foram considerados xodós da torcida dos clubes em que atuavam, o começo na Europa foi bem diferente, e isso levou os jogadores a um treinamento diferenciado na mente para superar esta fase difícil.

O resultado é notável, pois hoje os dois garotos estão brilhando em competições de alto nível técnico, como a Liga dos Campeões da Europa, além de fazerem parte dos líderes em ações para gols e assistências da equipe espanhola. O treinador mental de atletas de alta performance, Lincoln Nunes, revela o que deve ter sido feito para superar a fase das críticas e hoje os atletas terem seus méritos reconhecidos no velho continente: “Manutenção mental e comportamental dos jovens em qualquer esporte é essencial, principalmente no futebol, um mundo onde você pode ascender de um dia para o outro. Vinícius e Rodrigo têm a base em dois clubes gigantes, como Flamengo e Santos, com uma equipe multidisciplinar para o que fosse necessário, aí que está a chave”.

Outro fator importante, reforça o treinador,  “é que eles já estão acostumados a conviver com pressão igual ou maior do que na Espanha. Jogar com a panela de pressão da atmosfera brasileira é completamente diferente. Alguns europeus são mais tranquilos agem de outra maneira nesse sentido, somos mais apaixonados e irracionais quando o assunto é futebol”, acrescenta.

Além do gerenciamento emocional, o que os jogadores mais jovens têm de saber é a questão da luta ou fuga, que é baseada em uma teoria da fisiologia e psicologia esportiva de Walter Bradford Cannon. Nunes explica que, “segundo o estudioso, há uma brecha de resposta entre uma ação e uma consequência. Ou seja, se o jogador não toma uma atitude nesse fragmento de tempo, acontece a ‘fuga’. Nessa brecha é que acontecem os erros que podem custar uma partida”.

E isto pôde ser percebido dentro de campo, destaca o treinador mental. “A partir do momento em que Zidane deixou os merengues e Ancelloti assumiu, os meninos ficaram muito mais soltos e, acima de tudo, com respaldo técnico, enquanto o francês contava muito mais com os medalhões na hora do vamos ver. Isso muda o entendimento do jogador e a consequência é total na performance”, completa Lincoln. clamados no Real Madrid, Vinícius Jr. e Rodrygo são exemplos do sucesso do trabalho mental em jovens promessas do futebol

O preparador mental de jogadores de futebol, Lincoln Nunes, explica como a mentalidade muda a performance das joias da base desde cedo.

Depois da fase espetacular de Cristiano Ronaldo no Real Madrid, o time merengue passou por uma reformulação em seu elenco e hoje conta com o destaque de dois jovens brasileiros dentre seus principais nomes: Vinícius Jr. E Rodrygo. Se aqui no Brasil eles sempre foram considerados xodós da torcida dos clubes em que atuavam, o começo na Europa foi bem diferente, e isso levou os jogadores a um treinamento diferenciado na mente para superar esta fase difícil.

O resultado é notável, pois hoje os dois garotos estão brilhando em competições de alto nível técnico, como a Liga dos Campeões da Europa, além de fazerem parte dos líderes em ações para gols e assistências da equipe espanhola. O treinador mental de atletas de alta performance, Lincoln Nunes, revela o que deve ter sido feito para superar a fase das críticas e hoje os atletas terem seus méritos reconhecidos no velho continente: “Manutenção mental e comportamental dos jovens em qualquer esporte é essencial, principalmente no futebol, um mundo onde você pode ascender de um dia para o outro. Vinícius e Rodrigo têm a base em dois clubes gigantes, como Flamengo e Santos, com uma equipe multidisciplinar para o que fosse necessário, aí que está a chave”.

Outro fator importante, reforça o treinador,  “é que eles já estão acostumados a conviver com pressão igual ou maior do que na Espanha. Jogar com a panela de pressão da atmosfera brasileira é completamente diferente. Alguns europeus são mais tranquilos agem de outra maneira nesse sentido, somos mais apaixonados e irracionais quando o assunto é futebol”, acrescenta.

Além do gerenciamento emocional, o que os jogadores mais jovens têm de saber é a questão da luta ou fuga, que é baseada em uma teoria da fisiologia e psicologia esportiva de Walter Bradford Cannon. Nunes explica que, “segundo o estudioso, há uma brecha de resposta entre uma ação e uma consequência. Ou seja, se o jogador não toma uma atitude nesse fragmento de tempo, acontece a ‘fuga’. Nessa brecha é que acontecem os erros que podem custar uma partida”.

E isto pôde ser percebido dentro de campo, destaca o treinador mental. “A partir do momento em que Zidane deixou os merengues e Ancelloti assumiu, os meninos ficaram muito mais soltos e, acima de tudo, com respaldo técnico, enquanto o francês contava muito mais com os medalhões na hora do vamos ver. Isso muda o entendimento do jogador e a consequência é total na performance”, completa Lincoln.

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