Outubro Rosa: pacientes com câncer de mama podem se beneficiar da meditação

 Débora Garcia, especialista em fisiologia e meditação, explica como a prática pode auxiliar no bem estar e no tratamento de mulheres com câncer 

 De acordo com a pesquisa da Universidade de Calgary, no Canadá, os telômeros, estruturas que compõem o DNA, são maiores em pessoas que praticam meditação ou vão a grupos de apoio. Telômeros curtos são associados a diferentes estágios de câncer, mas quando essas estruturas são alongadas podem proteger contra a doença.

 Para a especialista em fisiologia e meditação Débora Garcia, a meditação é uma prática que pode ser utilizada para complementar a medicina tradicional. “A meditação pode ser praticada atualmente de forma laica, sem característica religiosa, com um grande instrumento que promove bem estar emocional e saúde mental. É também, amplamente pesquisada em grandes universidades pelo mundo”, detalha.

 De acordo com ela, a ciência já observou que mulheres que utilizaram a meditação durante o tratamento oncológico obtiveram resultados perceptíveis como a redução da dor, do estresse, da ansiedade, da depressão e da fadiga. “A ciência vem observando os benefícios que a prática de meditação pode trazer para mulheres com câncer de mama, e para pacientes com outros tipos de câncer também. Como maior vigor físico e redução nos efeitos colaterais dos tratamentos medicamentosos”, conta Garcia.

 A especialista chama atenção ainda para as questões paralelas que devem ser enfrentadas durante o tratamento de câncer. Além da doença em si, há fatores emocionais como medo, ansiedade e a tensão, que merecem receber atenção e que também podem ser atenuados pela prática da meditação. Meditar significa desligar-se do mundo exterior e conectar-se com o interior do ser. Ao longo dos anos, pesquisas demonstraram que após a prática podem ser percebidas mudanças físicas e bioquímicas como liberação de neurotransmissores que promovem saúde mental,  redução do batimento cardíaco, diminuição do ritmo respiratório, relaxamento muscular e desaceleração do metabolismo. Fato que demonstra a importância da meditação na preservação da saúde física e mental.

Sobre Débora Garcia

Debora Garcia é palestrante, escritora e mentora de meditação. Ministra cursos e mentorias presenciais e online. Atua no mercado corporativo com palestras, treinamentos e consultorias promovendo autoconhecimento, bem estar, inteligência emocional e protagonismo, oferecendo recursos para equilibrar mente e emoções.

Criadora do método “Descomplicando a Meditação” que tem como característica a prática de curta duração, laica e contemporânea, sempre trazendo um olhar científico para a prática meditativa. É também coautora do livro Gestão das emoções no ambiente corporativo.

Formada em Educação Física pela UMESP, especialização em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP.  Atuou na área de educação corporal por mais de 10 anos, identificando que as habilidades e inabilidades internas são pontos limitantes tanto no desempenho esportivo como na vida.

FONTE: MF Press Global

Consultoria, comunicação, assessoria de imprensa e artística

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Consulting, communication, press and artistic consultancy

www.pressmf.global – [email protected] 

 Débora Garcia, especialista em fisiologia e meditação, explica como a prática pode auxiliar no bem estar e no tratamento de mulheres com câncer 

 De acordo com a pesquisa da Universidade de Calgary, no Canadá, os telômeros, estruturas que compõem o DNA, são maiores em pessoas que praticam meditação ou vão a grupos de apoio. Telômeros curtos são associados a diferentes estágios de câncer, mas quando essas estruturas são alongadas podem proteger contra a doença.

 Para a especialista em fisiologia e meditação Débora Garcia, a meditação é uma prática que pode ser utilizada para complementar a medicina tradicional. “A meditação pode ser praticada atualmente de forma laica, sem característica religiosa, com um grande instrumento que promove bem estar emocional e saúde mental. É também, amplamente pesquisada em grandes universidades pelo mundo”, detalha.

 De acordo com ela, a ciência já observou que mulheres que utilizaram a meditação durante o tratamento oncológico obtiveram resultados perceptíveis como a redução da dor, do estresse, da ansiedade, da depressão e da fadiga. “A ciência vem observando os benefícios que a prática de meditação pode trazer para mulheres com câncer de mama, e para pacientes com outros tipos de câncer também. Como maior vigor físico e redução nos efeitos colaterais dos tratamentos medicamentosos”, conta Garcia.

 A especialista chama atenção ainda para as questões paralelas que devem ser enfrentadas durante o tratamento de câncer. Além da doença em si, há fatores emocionais como medo, ansiedade e a tensão, que merecem receber atenção e que também podem ser atenuados pela prática da meditação. Meditar significa desligar-se do mundo exterior e conectar-se com o interior do ser. Ao longo dos anos, pesquisas demonstraram que após a prática podem ser percebidas mudanças físicas e bioquímicas como liberação de neurotransmissores que promovem saúde mental,  redução do batimento cardíaco, diminuição do ritmo respiratório, relaxamento muscular e desaceleração do metabolismo. Fato que demonstra a importância da meditação na preservação da saúde física e mental.

Sobre Débora Garcia

Debora Garcia é palestrante, escritora e mentora de meditação. Ministra cursos e mentorias presenciais e online. Atua no mercado corporativo com palestras, treinamentos e consultorias promovendo autoconhecimento, bem estar, inteligência emocional e protagonismo, oferecendo recursos para equilibrar mente e emoções.

Criadora do método “Descomplicando a Meditação” que tem como característica a prática de curta duração, laica e contemporânea, sempre trazendo um olhar científico para a prática meditativa. É também coautora do livro Gestão das emoções no ambiente corporativo.

Formada em Educação Física pela UMESP, especialização em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP.  Atuou na área de educação corporal por mais de 10 anos, identificando que as habilidades e inabilidades internas são pontos limitantes tanto no desempenho esportivo como na vida.

FONTE: MF Press Global

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