Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia tem rigoroso processo para aprovação de membros.

Daniela López, primeira profissional a fundar entidade de classe de estética e cosmetologia no Brasil, explica que para exercer a profissão é necessária uma complexa aprovação

Realizar procedimentos estéticos não é tão simples quanto pode parecer.  A Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia não concede o título de esteticista e cosmetólogo sem antes avaliar profundamente as capacidades do profissional. “É importante conferir se a pessoa que vai realizar o seu procedimento tem o título da sociedade, porque só assim, é garantida a segurança e eficiência dos métodos”, alerta a esteticista e cosmetóloga Daniela López.

A especialista afirma que, apesar de já ser uma profissão regulamentada há muito tempo, no Brasil ainda há muito preconceito com a área e outros profissionais acabam “invadindo” o setor de responsabilidade dos esteticistas, o que representa um risco para a saúde do paciente. “A Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia faz um papel de conselho profissional. O cidadão que busca o serviço para tratar disfunções estéticas não tem a quem recorrer para que possa haver a verificação da capacidade dos profissionais, daí a importância do cosnselho”, explica.

“A sociedade foi criada em 2016 e, atualmente, ela tem muita força social, no sentido de ser uma entidade de verificação de conhecimento dos profissionais”, detalha Daniela López. De acordo com ela, a sociedade é a principal referência do país na busca por profissionais capacitados para tratar disfunções estéticas.

A esteticista e cosmetóloga explica ainda, que para adquirir o título de membro, é necessário um rigoroso processo até que se obtenha a aprovação. “É um título de altíssimo nível. O nome da pessoa passa a ser válido e divulgado em todo material da Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia para que o cidadão tenha garantia de segurança”, conta.

Daniela López acredita que existe um déficit educacional na formação dos esteticistas e cosmetólogos no Brasil. Por isso, fundou a Escola Superior de Estética e Cosmetologia em Diadema, SP. “Abri uma faculdade com um desejo de justiça e uma vontade exacerbada em mudar vidas e transformar a carreira profissional de um esteticista”.

Sobre Daniela López

Daniela López é graduada em Estética e Cosmetologia pela Universidade Braz Cubas, técnica em Estética Facial e Corporal pelo SENAC e pós-graduada em Intradérmicos e Subcutâneos pela FAISP. É especialista em estética e cosmetologia avançada pela UNIFESP.

A cosmetóloga atua na causa de regulamentação da atuação de profissionais estéticos e cosmetólogos. É, também, autora do livro a História da Legislação da Estética e Cosmetologia no Brasil e pesquisadora no campo clínico, com práticas e testes desenvolvidos clinicamente in-vivo em pacientes para disfunções estéticas facial com ênfase em rejuvenescimento e retração tecidual. Além disso, é fundadora da Escola Superior de Estética e Cosmetologia (ESEC), a primeira escola superior de estética e cosmetologia no Brasil. 

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Daniela López, primeira profissional a fundar entidade de classe de estética e cosmetologia no Brasil, explica que para exercer a profissão é necessária uma complexa aprovação

Realizar procedimentos estéticos não é tão simples quanto pode parecer. A Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia não concede o título de esteticista e cosmetólogo sem antes avaliar profundamente as capacidades do profissional. “É importante conferir se a pessoa que vai realizar o seu procedimento tem o título da sociedade, porque só assim, é garantida a segurança e eficiência dos métodos”, alerta a esteticista e cosmetóloga Daniela López.

A especialista afirma que, apesar de já ser uma profissão regulamentada há muito tempo, no Brasil ainda há muito preconceito com a área e outros profissionais acabam “invadindo” o setor de responsabilidade dos esteticistas, o que representa um risco para a saúde do paciente. “A Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia faz um papel de conselho profissional. O cidadão que busca o serviço para tratar disfunções estéticas não tem a quem recorrer para que possa haver a verificação da capacidade dos profissionais, daí a importância do cosnselho”, explica.

“A sociedade foi criada em 2016 e, atualmente, ela tem muita força social, no sentido de ser uma entidade de verificação de conhecimento dos profissionais”, detalha Daniela López. De acordo com ela, a sociedade é a principal referência do país na busca por profissionais capacitados para tratar disfunções estéticas.

A esteticista e cosmetóloga explica ainda, que para adquirir o título de membro, é necessário um rigoroso processo até que se obtenha a aprovação. “É um título de altíssimo nível. O nome da pessoa passa a ser válido e divulgado em todo material da Sociedade Brasileira de Estética e Cosmetologia para que o cidadão tenha garantia de segurança”, conta.

Daniela López acredita que existe um déficit educacional na formação dos esteticistas e cosmetólogos no Brasil. Por isso, fundou a Escola Superior de Estética e Cosmetologia em Diadema, SP. “Abri uma faculdade com um desejo de justiça e uma vontade exacerbada em mudar vidas e transformar a carreira profissional de um esteticista”.

Sobre Daniela López

Daniela López é graduada em Estética e Cosmetologia pela Universidade Braz Cubas, técnica em Estética Facial e Corporal pelo SENAC e pós-graduada em Intradérmicos e Subcutâneos pela FAISP. É especialista em estética e cosmetologia avançada pela UNIFESP.

A cosmetóloga atua na causa de regulamentação da atuação de profissionais estéticos e cosmetólogos. É, também, autora do livro a História da Legislação da Estética e Cosmetologia no Brasil e pesquisadora no campo clínico, com práticas e testes desenvolvidos clinicamente in-vivo em pacientes para disfunções estéticas facial com ênfase em rejuvenescimento e retração tecidual. Além disso, é fundadora da Escola Superior de Estética e Cosmetologia (ESEC), a primeira escola superior de estética e cosmetologia no Brasil.

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