O que é pior no Brasil: covid-19 ou políticos?

Até hoje, 31 de dezembro de 2021, hesitei em abordar o tema da pandemia, neste site, preservando-o tão somente para as coisas nossas, ouro-pretanas, cachoeirenses e região vizinha.

Entretanto, a vivência de momento tão grave como este, da pandemia, não por ela própria, mas em decorrência do que se faz em nome dela e sob a alegação de preservar a saúde e defender a vida, julgo importante, necessário e responsável a divulgação de opiniões e esclarecimentos de profissionais da saúde, quanto às ações, em curso, e suas consequências.

Desde o anúncio do novo coronavírus, na transição entre 2019 e 2020, o que se observou e se tem constatado é a politização da doença e a intromissão de interesses estranhos ao da saúde.

Para uma doença desconhecida (a própria ciência ainda não identificou plenamente o novo coronavirus) proibiu-se que médicos, à falta de recursos específicos, usassem medicamentos com maior probabilidade para o tratamento; e, pior, desencadeou-se uma perseguição contra eles e quem defendesse o uso de tais medicamentos, largamente utilizados, com sucesso, em tratamento precoce, em outras partes do mundo.

Agora, a batalha se trava em torno da obrigatoriedade da vacina, pretendida pelos mesmos que que invadem a competência profissional médica e que tentam excluir da convivência social os que, por direito de escolha e razões pessoais, decidiram pela não vacinação.

O Brasil está sob dois governos: um constitucional, escolhido pelo povo, e outro paralelo, com viés ditatorial, usurpado por alguns ministros do STF (Superior Tribunal Federal). É o resultado de um sistema político, corrupto, podre e contra o povo, formado pelos partidos políticos, que se interpõem entre a nação e o Estado, de fato.

Até o momento, exerci o direito de opinar politicamente, na coluna PONTO DE VISTA DO BATISTA que, há 33 anos, assino semanalmente, no O LIBERAL (Cachoeira do Campo/Ouro Preto), mas o vídeo, aqui exibido, não seria tolerado nas redes sociais, assim como muitos outros pronunciamentos, francamente contrários à ala política que a tudo pretende controlar.

Existem outros pronunciamentos médicos, porém escolhi este por ter sido feitos em público, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o que o torna de maior força e importância, depois de seu autor, o médico e neurocientista, José Augusto Nasser.

Sem deixar de apoiar os profissionais da saúde, que devem ter o direito de trabalhar, segundo a própria consciência e os preceitos da medicina, é necessário e urgente que a sociedade combata, em favor de sua própria liberdade, o orgulho, a prepotência e a tirania, fazendo seus portadores se curvarem ante a realidade e o bom senso, pois tudo o que já tentaram impor, quase a ferro e fogo, nada resolveu em favor das populações e contra a pandemia.

Os números, por si só, bastam para comprovar. A paralisação das atividades quebrou o mundo, economicamente, e as vacinas se, em alguns casos, reduziram a força da pandemia, também têm causado efeitos danosos à saúde de sobreviventes.

Pela primeira vez, desde o início do flagelo, o número de contaminações superou a marca de um milhão, no mundo, em 24 horas. Por certo que algo está errado na avaliação e não é difícil detectar onde está o erro: profissionais da saúde estão amordaçados e de mãos atadas, impedidos, censurados e perseguidos.

A sociedade tem que se levantar, colocar-se de pé em favor dos que receberam a missão de cuidar da saúde e contra as intrujices de uns e outros estranhos no ninho. NGB

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Quem vê e ouve o primeiro  vídeo, aqui exibido, imagina que sua inserção foi tranquila, assim como se insere uma foto ou imagem qualquer. Assim teria sido também com a inserção do vídeo, mas vivemos num clima de exceção, embora haja um governo constitucional, com uma brutal e parcial censura sobre tudo que se divulga, ou se tenta divulgar sobre a COVID-19, sobre a atuação dos médicos, sobre as vacinas experimentais e, agora, sobre a vacinação de crianças dos 5 aos 11 anos de idade. O vídeo não tinha um endereço, necessário para que fosse disponibilizado numa página da web. Recorreu-se, então ao Youtube, plataforma na qual se baseia a maioria dos vídeos vistos pelo público. Entretanto, o Youtube respondeu, negativamente, alegando “informações médicas incorretas”. É importante ressaltar que se trata de médico, único profissional legalmente habilitado para tratar e, possivelmente, curar doenças, bem como analisar e opinar sobre doenças.

No caso, o Dr. Nasser é profissional de renome com larga experiência, neurocientista formado em destacada universidade. Suas palavras como simples médico já mereceriam consideração, mas ele está além por meio de estudos e conhecimentos acumulados. Portanto, ninguém fora da área médica tem autoridade para classificar seu pronunciamento como “informações médicas incorretas”. Por outro lado, o vídeo  não foi feito em caráter privado, porém em Audiência Pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal, portanto um pronunciamento com muito mais força para ser acolhido pelo público. Agora, acrescentamos o segundo vídeo, feito durante pronunciamento do mesmo Dr. Nasser, na Audiência Pública sobre Vacinação de Crianças dos 5 aos 11 anos de idade.

Não é o Youtube que vai impedir este site de divulgar a informação que precisa chegar ao público. O Youtube pode exercer a hegemonia no mercado de vídeos, mas felizmente, não detém o monopólio. A verdade supera obstáculos, para que seja conhecida e valorizada. Felizmente, por muito que tentem impor, quase sempre há opções na internet. Uma porta se fechou, mas entre diversas, havia outra e fomos lá na Buiderall, onde o vídeo foi hospedado sem qualquer restrição. Aos que trabalham na internet com marketing digital, têm sites ou blogs e necessitam de ferramentas adequadas, é bom saber da existência e conhecer a Buiderall. Outras plataformas de vídeo existem e elas podem ser usadas por este website com mais frequência, quando se fizer necessário. NGB

Abaixo é disponibilizada uma das duas comunicações enviadas pelo Youtube.