Plataforma do Ministério da Saúde vai unificar dados de diferentes sistemas de informação

O estado de saúde dos brasileiros do início ao fim da vida vai ficar registrado em sistema on-line do Ministério da Saúde. O ‘e-SUS Linha da Vida’ tem como objetivo unificar informações de referência para a tomada de decisões e a formulação de políticas públicas. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destaca a importância de uma base de dados unificada para combater doenças e garantir saúde de qualidade aos brasileiros. 

“Durante a pandemia de Covid-19 todos nós vimos a importância de ter dados confiáveis. Os dados têm que ser auditáveis, adjudicados e eles não fazem parte apenas de um repositório. Eles são fundamentais para a tomada de decisão. Esses dados começam no início da vida, quando nascemos. Por isso que falamos em linha da vida,” pontuou o ministro. Para ele, o e-SUS “é um legado que a atual gestão deixa para o futuro da saúde pública. É ter os dados na palma da mão de cada brasileiro.”

De acordo com o Ministério da Saúde, a plataforma visa garantir um identificador único de cada pessoa, por CPF ou número do Cartão Nacional de Saúde, com informações sobre doenças e padronização de campos comuns e terminologias. Além disso, permitirá a emissão eletrônica das declarações de nascido vivo e óbito. 

“Esse programa representa a modernização dos sistemas de informação e vigilância em saúde do Ministério da Saúde. Ele reunirá em uma única plataforma os dados da população, que atualmente são coletados por diferentes sistemas, como os três clássicos sistemas que temos, o SIM (Sistema de Informação de Mortalidade), o SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos) e o Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). Funcionará em ambiente 100% online possibilitando melhorias e atualizações a qualquer tempo”, destaca o Secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. 

Na primeira fase, será feita a modernização e o aprimoramento dos sistemas de informações da Pasta. A expectativa é que o programa seja concluído em até três anos. 

Fonte: Brasil 61

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